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Não cirúrgicas: Realizados em consultório médico, tanto a toxina botulínica como os preenchimentos são formas pouco invasivas para minimizar ou retardar os efeitos da queda das sobrancelhas. Esses tratamentos se mostram bastante eficazes para casos leves e em pacientes jovens, sendo também utilizados como complemento das técnicas cirúrgicas.

Toxina botulínica – Aplicada nos músculos depressores ( corrugador, depressor do supercílio, prócerus e orbicular), que puxam as sobrancelhas para baixo, diminui e até anula o efeito da ação muscular, elevando a sobrancelha. Isso ocorre porque o músculo frontal que puxa para cima, continua funcionando normalmente sem a ação contrária dos depressores temporariamente bloqueados pela toxina botulínica.

Preenchimentos – O preenchimento aplicado na borda óssea da órbita, logo abaixo da sobrancelha acaba funcionando como um suporte ou “calço” que sustenta-a no lugar, dificultando a queda.

Cirúrgicas:

Transpalpebral – Indicada para casos de queda leve, pode ser realizada em conjunto com a cirurgia de retirada do excesso de pálpebras superior. Através do mesmo corte na dobra da pálpebra, libera a sobrancelha da sua posição original e reposiciona no local desejado utilizando sutura ou alguma estrutura de fixação ao revestimento do osso (periósteo).

Endoscópica(“endobrow”) – Indicada para casos de queda leve à moderada. Normalmente são realizadas de 02 à 04 incisões pequenas no couro cabeludo próximo a linha do cabelo, por onde são colocados a câmera endoscópica e os instrumentos cirúrgicos. Utilizando esses instrumentos pode-se fazer o descolamento da testa, da sobrancelha e o tratamento dos músculos depressores visualizados diretamente com a câmera minimizando os riscos de lesão de nervos e vasos. Uma vez descolada a fronte e a sobrancelha, faz-se o reposicionamento dessas estruturas e a fixação na nova posição.

Temporal – Indicada principalmente para casos de queda moderada, com sobra de pele na região lateral da testa e sobrancelha. Através de uma pequena incisão semi-circular de aproximadamente 3-4cm na região temporal próxima a linha do cabelo. A partir dessa incisão pode-se liberar o ligamento de fixação da sobrancelha, reposiciona-la e retirar o excedente de pele da região temporal, mantendo a cicatriz escondida pelo cabelo.

Coronal – É a abordagem mais invasiva do terço superior da face, sendo indicada para casos de moderados à acentuados. Através de uma incisão longa que pode ser rente a linha do cabelo ou dentro do couro cabeludo, pode-se esticar a pele, retirar seu excedente e abordar de forma direta os músculos depressores da fronte e sobrancelha. Apesar de ser uma técnica extremamente eficiente, resulta em uma cicatriz longa e uma sensação de dormência no couro cabeludo, sendo portanto reservada para ca- sos mais acentuados cujo o tratamento seria inadequado por outras técnicas.

Incisão direta – Normalmente indicado para casos de queda acentuada em pacientes que apresentam rugas marcadas na fronte. Como a incisão é feita diretamente na pele acima da sobrancelha para retirar a pele excedente, resulta em uma cicatriz freqüentemente visível, ficando reservada para casos selecionados.

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