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Prótese de mama, prótese de silicone, colocação de silicone nas mamas ou mamoplastia de aumento, são diferentes formas de denominar o mesmo procedimento. A mamoplastia de aumento é uma das cirurgias plásticas mais realizadas no mundo e consiste em nada mais do que a colocação de uma prótese preenchida por silicone médico, com o objetivo de melhorar o contorno ou volume das mamas.

Apesar de ser uma cirurgia comum e com baixo índice de complicações, alguns pacientes podem ficar insatisfeitos com os resultados da cirurgia, simplesmente devido a falta de orientação ou desconhecimento. Por isso, separamos cinco esclarecimentos cruciais para quem pensa em fazer uma mamoplastia de aumento.

Tenha uma ótima leitura.

1- Como saber melhor posição  da prótese para o meu caso? 

A prótese pode ser posicionada de diferentes formas dependendo das características e necessidades do paciente. Os parâmetros que levamos em conta são: a vontade do paciente, a quantidade prévia de glândula mamária e o tamanho da prótese.

De uma forma geral, opta-se por colocar  a prótese diretamente atrás da glândula mamária (subglandular), nos casos em que a paciente tenha uma quantidade adequada de glândula para cobrir a prótese e deseja um resultado mais marcado na pele.

Atrás do músculo peitoral (submuscular), quando a paciente tem pouca quantidade de glândula para cobrir a prótese.

Existe ainda a situação de plano duplo (dual plane) e “muscle split “, quando a porção inferior da prótese fica em contato direto com a glândula e a porção superior, por trás do músculo temporal. Ideal nos casos em que a paciente tenha uma quantidade moderada de glândula que dificulte a cobertura de uma prótese grande necessitando de pelo menos uma parte de cobertura muscular.  Independente do plano de colocação, o importante é garantir que a prótese esteja bem coberta e protegida, seja por glândula ou músculo.

2 – Qual a melhor forma de colocação da prótese?

Quanto a forma de colocação e consequentemente o posicionamento da cicatriz, pode ser feita pela axila, através da aréola ou pela dobra abaixo da mama (sulco mamário).

A colocação pelo sulco mamário acaba sendo a abordagem mais frequente pela facilidade técnica e o bom posicionamento da cicatriz, mas qualquer uma das técnicas pode oferecer um ótimo resultado.

3 – Que tipo de características da mama a cirurgia vai ajudar a melhorar?

Em princípio, a prótese irá potencializar todas as características originais na mama, como se estivéssemos apenas enchendo um balão vazio.

Contudo, certos aspectos originalmente indesejáveis podem ser amenizados, como mamas com formato pontiagudo, altura e tamanhos diferentes entre as mamas, e mamilos levemente baixos.

Já outros aspectos como estrias, mamas caídas, lateralizadas ou afastadas do meio do tórax, tendem a não ter mudanças, podendo até piorar com a simples colocação de próteses. Nesses casos, pode ser necessário realizar outros tratamentos ou mesmo uma cirurgia bem mais complexa como o levantamento e posicionamento das mamas, conhecido como mastopexia mamária.

4 – Qual a importância da análise de um profissional especializado?

Você já deve ter percebido que existem detalhes a serem levados em conta antes da cirurgia. Cada paciente tem características bem particulares e o médico precisa levar em conta essas particularidades. Além disso, o desejo da paciente é muito importante, bem como a possibilidade real de alcançar esses objetivos.

O parâmetro anatômico norteador dessa cirurgia é garantir uma boa cobertura de tecido para a prótese, seja por glândula ou músculo. Isso ajuda na proteção da prótese e a obter um melhor resultado final, pois acaba diminuindo a chance de complicações futuras, como a capsulação.

Para alcançar a satisfação com a cirurgia o importante é entender que existem limites anatômicos ao desejo da paciente. E quanto maior o tamanho da prótese, maiores também as possíveis complicações relacionadas à cirurgia, como atrofia da mama, aparecimento de estrias, borda da prótese palpável, entre outras.

5 – Existem diferenças entre uma prótese e outra ?

Existem diversas diferenças entre as próteses principalmente quanto ao tamanho, formato e material de cobertura.

Com relação ao tamanho, as próteses são popularmente conhecidas pelo seu volume em mililitros (ml), mas o que poucos sabem é que uma prótese pode ter formatos totalmente diferentes, mesmo sendo do mesmo volume.

O motivo dessa diferença é a possibilidade de o médico escolher qual tipo de característica deve ser ressaltada na paciente. Pode ser a projeção para frente, o preenchimento das bordas, a altura do colo, entre outros aspectos. Esse é um dos motivos para que  pacientes com as mesmas características anatômicas, tenham colocado o mesmo volume com formas diferentes, podem ter resultados totalmente contrários.

Quanto a camada de cobertura, basicamente pode-se utilizar três tipos: lisatexturizada e de poliuretano.

As próteses texturizadas são as mais utilizadas mundialmente. Apresentando uma espessura levemente rugosa podendo ser utilizada em qualquer plano mamário mas preferencialmente utilizadas em plano submuscular ou duplo.

As de poliuretano, recentemente liberadas para uso nos EUA, tem como característica uma maior reação inicial dos tecidos. Isso acaba propiciando maior aderência à glândula, sendo preferencial para casos em que já existe uma queda leve mamária e boa quantidade de glândula para cobertura.

As próteses lisas, com maior índice de complicações, são raramente utilizadas de forma definitiva. Elas são preferidas normalmente para uso temporário, como nos casos de reconstrução mamária, enquanto não se coloca a prótese definitiva.

 

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